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O Caso Roswell

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   Tudo começou em 2 de julho de 1947, quarta-feira, por volta de 21:50h. Alguns habitan- tes de Roswell, Novo México, observaram um grande objeto oval, incandescente que voa- va em alta velocidade. Logo depois, durante uma tempestade, o rancheiro Mac Brazel e seus vizinhos ouviram uma explosão nas proximidades de onde moravam, há algumas milhares  de Roswell.
   Na manhã seguinte, Brazel saiu a cavalo para verificar os danos causados pela tem- pestade. Surpreendeu-se ao ver um campo de destroços, de aproximidade 4km. Encon- trou no local, lâminas de uns estranho metal maleavél, que sempre voltava à forma origi- nal, bastões de material parecidos com basálto, altamente resistentes, com sinais im- pressos na cor lilás parecendo hieróglifos
   No dia 4, Brazel levou alguns dos destroços ao galpão. E a noite resolveu aconselhado pelos amigos, a contar tudo às autoridades. Domingo pela manhã, Brazel foi até o escri- tório do xerife George Wilcox em Roswell e levou alguns destroços na caminhonete. O xerife ao ver os pedaços a suposta nave, enviou alguns de seus subordinados para exa- minar o local do acidente. Chegando lá, encontraram somente um camada vitrificada so- bre a terra. No mesmo dia, Brazel concedeu uma entrevista à rádio local.
   Pela tarde o major Jesse Marcel foi ao escritório do xerife, olhou o material e decidiu ir ao rancho. Ele informa seu superior, o general Roger Ramey, que comunica-se com o Pentágono. Ao chegar ao rancho, Brazel mostrou-lhe os destroços no galpão. O major Marcel examinou tudo com um contador Geiser, mas este não captou sinais de radiati- vidade.. À noite, oficiais do Pentágono localizaram os destroços e seus ocupantes Logo chegaram ao local várias equipes de resgate e escavação.
   Na segunda-feira, as pessoas das proximidades encontraram objetos pelo chão, com gravações e materiais desconhecidos, pergaminhos e folhas parecidas com alumínio, to- dos esses objetos pareciam ser indestrutíveis. Com todos esses fatos, o Pentágono or- denou o bloqueio de todas as entradas e vias de acesso a Roswell e os auxiliares do xe- rife cercaram o rancho.
  Por volta das 13:00h, Glen Dennis, da funerária Ballad, em Roswell,recebeu um comuni- cado de um dos oficiais da base questionando por caixões hermétricos pequenos. Ele, perplexo, queria saber o que havia ocorrido, mas só diz que não tinha estoque. Enquanto isso o general Nathan Twinning (Um membro do Majestic-12) comandante e técnico de informações se preparava para uma viagem ao Novo México.
   Uma hora e meia depois, o oficial da base ligou novamente para Dennis. Dessa vez, lhe perguntou como preparar corpos que ficaram muito tempo no deserto e o efeito dos pro- dutos usados. Dennis recomendou o congelamento do cadáveres e ofereceu assistência, mas o oficial lhe disse que estava apenas se preparando para casos futuros. O primeiro aceitou a resposta, porém intrigado. Mais tarde, ao levar um soldado acidentado no res- gate até a enfermaria do hospital mais próximo, Dennis viu um veículo da base estacio- nado ao lado de uma ambulância com diversos pedaços de metal dentro. Depois de en- trar no hospital, encontrou uma amiga enfermeira saindo das salas de exame, que lhe disse para ir embora, pra não ter problemas. No dia seguinte, o xerife recomendou a seu pai que não falasse nada sobre o que tinha visto na base.
   Na manhã do mesmo dia Marcel se reuniu com o coronel Blancharal e mostrou-lhe pe- daços dos des troços encontrados no rancho Foster. Meia hora mais tarde, o coronel se reunia com a cúpula da Força Áerea. Blanchard lançou um comunicado à imprenssa lo- cal esclarecendo todo o acontecido. Em poucas horas todo mundo sabia do caso e o xe- rife recebia telefonema de vários países. No meio de toda essa euforia, a emissora KEFL remeteu um telex para a agência United Press International (UIP), como resposta rece- beu um comunicado de Washigton desmentindo o caso.
   Durante todos esses acontecimentos, Dennis se encontra com sua amiga enfermeira. Esta lhe contou tudo que sabia com a condição que ele jamais contaria nada a ninguém. Ela relatou-lhe que fora convocada por dois méicos para que fizesse aprontamentos en- quanto executavam uma autópsia provisória. Ela descreveu o que tinha visto: uma cabeça com olhos fundos e grandes, pequenos orificios nasais, boca fina, sem pêlos, braços compridos e finos. As mãos, tinham 3 dedos cada que terminavam com orificios pareci- dos com ventosas de polvos. Possuía cabelos  e sua pele era preta. Ela disse ter visto 3 corpos, sendo que estavam multilados, provavelmente por coiotes. Os corpos tinha ape- nas 1,20m e exalavam um terrível mau-cheiro. Mais tarde, a autópsia foi transferida para o hangar da aviões
  A enfermeira se despediu de Dennis. Algumas horas depois, este ficou sabendo que ela seria trasnferida para outro continente. Após algumas semanas, escreveu para Dennis contando as novidades. Ele respondeu a carta, mas recebeu em sua casa um envelope com o carimbo: "falecida"
  Meia hora mais tarde, pousava em avião de Washington em Roswell com uma equipe especial de técnicos e fotográfos. Os destroços do OVNI foram levados para a base aé- rea de Wright Pettersonr, em Ohio, num avião pilotado pelo capitão Oliver Popper Han- derson. Ao embarcar, o capitão viu 3 cadáveres extraterres- tres no hangar guardados em gelo seco.
   Fotográfos da imprenssa americana foram ao rancho Foster, onde Brazel lhes diz que foi um erro notificar as autoridades.Voltaram para Roswell e o xerife lhes comunicou que estavam proibidos de fazer qualquer manifestação sobre o que viram. Enquanto isso, os militares levavam Brazel para Roswell. Os destroços foram levados para o Forte Worth por Marcel. No Rancho Foster, foram colocados pedaços de um balão metereológico com um aparelho de orientação pelo radar no chão. Foi montada uma grnade farsa, em que Marcel foi obrigado a admitir que o acidente com um OVNI não passava de um engano.
   Na noite do mesmo dia, um memorando interno da polícia federal comunicou ao FBI que a história do balão metereológico não correspondia com os fatos.Brazel foi intimado a comparecer na base de Roswell, onde recebeu orientação para desmentir tudo a im- prenssa.
   No dia seguinte o coronel Blanchard foi ao lugar da queda para supervisionas o término do trabalho de resgate. Três aviões de transporte C-54 foram carregados com destroços, supervisionados por inspetores de Washington. As aeronaves foram para a base aérea de Kirtland, onde se encontrava o general Twinnging
   Vários repórteres e curiosos tentaram chegar ao rancho Foster, mas foram impedidos pelos bloqueios militares. Enquanto isso, chegaria a Rosewll um representante oficial do presidente Truman. E, em Washington, o presidente recebia o senador Carl Hatch, do Novo México.
   Os cadáveres dos ocupantes do OVNI foram preparados para o transporte. Mais oficiais da base aérea de Roswell visitaram jornais e emissoras de rádio para recolher cópias de um relatório para a imprenssa do tenente Hout. Em uma reunião de oficiais, o Ministério da Defesa comunicou o FBI que os discos voadores não eram de responsabilidade das forças armadas.
   Na sexta-feira, houve uma operação corretivo mental em todos os soldados que traba- lharam na operação de resgate. Foi falado a eles que tudo que passou era sigiloso, ques- tão de segurança nacional. Dias depois, MacBrazel foi advertido novamente, mas pode voltar ao rancho com um dinheiro a mais
   No prazo de um mês, todos os participantes da operação foram transferidos para ou- tras bases. Em setembro, o professor Lincoln La Paz tentou determinar  a estrutura do objeto da queda e afirmou que os destroços eram de uma sonda extraterrestre não tripu- lada. Em 24 de setembro, o presidente Truman criou a ultra-secreta operação Majestic - 12, com a finalidade de explorar o que acontecera em Roswell. Já no fim de outubro de 1947, o general Schulgen do Pentágono fez um memorando secreto, incubindo às Forças Armadas a função de copilar todas as informações existentes sobre os discos voadores.
   Em setembro de 1949, um parente de MacBrazel contou, num bar, que a família conti- nuou encontrando vestigios da nave acidentada, nos últimos dois anos. No dia seguinte, foi procurado por militares, que confiscaram as peças. Em 1978, o ufólogo e físico nucle- ar Stanton Friedman localizou Jesse Marcel e o entrevistou sobre o ocorrido. Após isso o caso Roswell passou a ser bastante explorado, tanto por jornais e revistas como pelaT.V.