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MANIFESTO DE CONSCIÊNCIA

Este site se encontra em construção. Ou melhor, já surge como um site em recuperação.

Não falamos de "recuperação" como fazem os discursos hipocritamente religiosos. Falamos, sim, da recuperação das consciências alienadas dos jovens, que agora desperdiçam todo seu potencial e energia inovadores em prol de uma rotina que se limita pura e simplesmente a praia, esportes radicais e noitadas.

Aliás, aí é que entra o drama. Nas noitadas, se convencionou em adulterar o sentido de uma palavra, "balada", desfazendo completamente seu verdadeiro sentido. Agora, os trouxas, otários e imbecis estão pronunciando "balada" como se fosse sinônimo de agito. E a gente lê as revistas e jornais e ouve as rádios e agora esse "novo" - argh! - sentido começou a pegar. Como se tivesse sido uma gíria espontaneamente criada pelos jovens. Tenha paciência!!

Balada, para quem não sabe (coitados!!), é sinônimo de música lenta ou história triste. Quem não ouviu "Balada Triste", sucesso do saudoso Agostinho dos Santos? Quem não ouviu falar do filme "Balada do Soldado"? Qual casal não falou "vamos ouvir uma balada?" se referindo a músicas lentas? E hoje vem essa "galera irada" confundir as coisas? Ridículo!!

Todo mundo sabe que essa gíria é artificial, criada em laboratório. Breve iremos desvendar o porque desse "sentido" ter virado moda e como essa farsa coloquial se deu, e quais seus responsáveis. Agora, se você continua achando que falar "balada" como se fosse agito é gíria espontânea, é porque você andou bebendo demais e tomando muito ecstasy. Ou então é trouxa mesmo e age por boa fé. 1